Gestão de Meio de Pagamentos – CENTRAL DO ESTABELECIMENTO.


O sistema CENTRAL DO ESTABELECIMENTO foi criado, com o objetivo principal de organizar e gerenciar todo o meio de pagamentos via cartão DE CRÉDITO, DÉBITO, PARCELADO e bandeiras de VOUCHERS.
Hoje existem no mercado diversas ferramentas para auxiliar o estabelecimento comercial com relação a gerenciamento de vendas, mas o principal problema no sistema de gerenciamento de vendas, não é somente ter a informação das vendas realizadas e quais foram as modalidades utilizadas. A principal dificuldade dos estabelecimentos comerciais, é saber quais são as taxas e prazos inseridos para cada uma das bandeiras aceitas, seja as modalidades de crédito, débito, parcelado e principalmente vouchers, porque cada uma dessas bandeiras tem uma condição comercial peculiar, dependendo da bandeira, e volume de vendas, as taxas se alteram absurdamente, a ponto do estabelecimento comercial, perder toda e qualquer forma de administração dos recebíveis, hoje nenhum aplicativo, até mesmo da própria bandeira informa as condições comerciais e modalidades de descontos aplicados nas vendas realizadas, de forma que o estabelecimento comercial, entenda de maneira clara e objetiva.
Agora você imagina o seguinte cenário:
Vou dar como exemplo uma padaria, onde é possível aceitar as bandeiras de crédito, débito, parcelado e bandeiras de vouchers (Ticket, Sodexo, Vr, Alelo), entre outras e com os produtos de refeição e alimentação liberados.
Nesta configuração que acabei de citar, você precisa administrar os recebimentos da seguinte forma, Adquirentes, bandeiras e vouchers credenciados.

O que acontece naturalmente, você solicita via banco ou diretamente com a adquirente, um terminal eletrônico, (maquina do cartão), onde o proprietário negocia depois ou não de realizar uma pesquisa de mercado, o valor da mensalidade ou compra da máquina e as taxas de crédito, débito e parcelado, este é o primeiro passo, a partir deste momento, o estabelecimento precisa ter acesso ao site da empresa onde adquiriu a maquina e faz a administração para cada venda realizada.
Para cada bandeira de voucher, o que é necessário entender, cada bandeira tem uma modalidade de negociação individual, ou seja, cada bandeira tem um site para que o estabelecimento cadastre um LOGIN e SENHA e tenha acesso a cada venda realizada.
O que faz o estabelecimento comercial ter que acessar em média, 5 sites diferentes e verificar as vendas realizadas, taxas, adesões, anuidades e mensalidades:

 A adquirente (bandeiras de crédito, débito, parcelado e mensalidade);
 Vouchers (TICKET, SODEXO, VR, ALELO, entre outras).

Aceitar o máximo de bandeiras de crédito, débito, refeição e alimentação, é muito importante para que o estabelecimento de ao cliente, ou usuário do cartão, a possibilidade de utilizar os serviços ou produtos que seu estabelecimento oferece, fazendo com que suas vendas aumente de volume consideravelmente, você só precisa ter a gestão sobre as negociações realizadas e acompanhar diariamente as vendas realizadas por essas modalidades.
Quando o estabelecimento comercial tem informações de todas as taxas e prazos de recebimentos, e há uma administração diária, é possível saber se está tudo correto e fazer uma planilha de custos, onde poderá a qualquer momento, ter a famosa e muito importante TOMADA DE DECISÃO.
Quando utilizo o termo TOMADA DE DECISÃO, é necessário ter em mente que o estabelecimento a partir do momento que faz credenciamentos das bandeiras, há todos os dias contato de gerentes de bancos, e funcionários altamente treinados nas bandeiras de vouchers, para convencer o estabelecimento a realizar antecipações ou negociar os recebíveis com empréstimos, se você não tem as informações necessárias, prepare-se, você vai trabalhar somente para pagar taxas a bancos ou administradoras de cartões, além das taxas que já foram acordadas anteriormente, esta negociação realizada pelas administradoras e bancos, você precisa entender quais são as regras desse jogo, para que se o estabelecimento tome a melhor decisão , isso é vital para a saúde financeira da sua empresa.
Neste momento o estabelecimento comercial tem as principais informações para gerir a saúde financeira da empresa em ótimo estado, onde poderá tomar as decisões de quanto vale casa produto ou serviço oferecido pelo estabelecimento comercial, e como deve utilizar as receitas e despesas para que seu negócio possa crescer e prosperar.
Falando especificamente com relação a administração das bandeiras e suas modalidades de pagamento, criamos um sistema onde é possível o estabelecimento digitar venda por venda e o estabelecimento verificar diariamente através de um calendário as vendas realizadas e a data de recebimento em um único local, online 24 horas por dia 7 dias por semana.
O sistema é configurado com as taxas negociadas pelas adquirentes, bandeiras e com as condições comerciais negociadas, o sistema informa em diversas telas e acessos de maneira intuitiva vendas realizadas, prazos, taxas por bandeira e faz a comparação entre adquirentes, indica qual adquirente ou bandeira está no momento com a melhor negociação, neste momento o estabelecimento tem de forma simples e direta, todas as informações que necessita para ter a melhor TOMADA DE DECISÃO .

MEI – QUEM PODE SE INSCREVER COMO MEI?

    MEI – MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL – QUEM PODE SE INSCREVER COMO MEI?


O MEI é o pequeno empresário individual que atende as condições abaixo relacionadas:
• Tenha faturamento limitado a R$ 81.000,00 por ano;
• Que não participe como sócio, administrador ou titular de outra empresa;
• Contrate no máximo um empregado.

2 – QUEM NÃO PODE SE INSCREVER COMO MEI?
• Pensionista e Servidor Público Federal em atividade. Servidores públicos estaduais e municipais devem observar os critérios da respectiva legislação, que podem variar conforme o estado ou município;
• Estrangeiro com visto provisório (formalizar apenas mediante apresentação do RNE – Registro Nacional de Estrangeiros, pois este é o “visto permanente”);
• Pessoa que seja titular, sócio ou administrador de outra empresa.

3 – QUAIS OS BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS DO MEI?
Benefício previdenciário são importâncias, em dinheiro, que a Previdência Social paga a quem contribui para o INSS. Ao se formalizar, o MEI passa a ter cobertura previdenciária para o si e sua família, traduzida nos seguintes benefícios.

3.1 – PARA O EMPREENDEDOR:

• Aposentadoria por idade: mulher aos 60 anos e homem aos 65, observado a carência, que é tempo mínimo de contribuição de 15 anos;
• Aposentadoria por invalidez: o MEI tem de contribuir para a Previdência Social por no mínimo 12 meses, a contar do primeiro pagamento em dia.
• Auxílio doença: o MEI tem de contribuir para a Previdência Social por no mínimo 12 meses, a contar do primeiro pagamento em dia.
• Salário maternidade: são necessários 10 meses de contribuição, a contar do primeiro pagamento em dia.

                                             5 Dicas para o MEI – Micro Empreendedor Individual

• Tem algumas situações que infelizmente alguns empresários esquecem, e principalmente de uma, é pagar mensalmente os impostos, incrível que pareça tem donos de micro empreendedor que falam que não sabem que tem que pagar mensalmente os imposto através desse

• Dica 1 – Imprima os DAS em 12 meses para não cair no esquecimento pois o juros é muito alto, link

• Dica 2 – Faça uma planilha dos últimos 12 meses de tudo que você comprou e vendeu, vai precisar para o terceira dica.

• Dica 3 – Não esqueça de fazer a Declaração anual de imposto de renda pessoa Jurídica no Site do portal do empreendedor em janeiro, pois tem multa após o prazo.

• Dica 4 – Procure sempre um contador de Confiança para esta acompanhado a Leis as mudanças, para que não seja surpreendido na Frente.

• Dica 5 – Caso tenha Serviços em sua atividade, procure a prefeitura para emitir as notas fiscais de serviços, não tem custo, seu imposto é fixo e no caso de venda para pessoa Jurídica emitir nota fiscal Avulsa, ou procure a secretaria do Estado para verificar que já esta Liberada a nota fiscal de Venda para MEI.

         OS 7 ERROS QUE VOCÊ NÃO PODE COMETER AO ABRIR UM MEI

Abrir um MEI é relativamente fácil, mas existem alguns erros terríveis que os empreendedores cometem. Listamos aqui os 7 principais erros! Antes de tudo, precisamos nos familiarizar com o conceito do Micro Empreendedor Individual (MEI) para então entendermos os 7 erros que você pode cometer ao abrir esse empreendimento.
Primeiramente, o MEI é instituído pela Lei Complementar nº 123/06, nesta, indivíduos que têm um faturamento anual de até R$ 81 mil/ano, que estejam incluídos nas mais de 500 atividades pré-determinadas, podem adquirir CNPJ, gozar dos direitos previdenciários e ainda pode ter um empregado.
O MEI está inserido dentro do Simples Nacional e é isenta dos impostos federais, pagando uma alíquota que varia de acordo com o enquadramento do empreendimento, podendo chegar a cerca de R$50 reais, que é usado no pagamento do ICMS ou ISS e Previdência Social.

1. Estamos falando de um negócio realmente individual. Não existe a modalidade de MEI com sociedade. Essa foi desenvolvida para atividades estritamente indivíduais, ou seja é uma forma do profissional sair da ilegalidade e justificar seus lucros perante a Receita Federal bem como gozar dos benefícios de obter um CNPJ.
Caso você tenha um sócio e deseje abrir uma sociedade, consulte seu contador para saber qual modalidade melhor se aplica a sua situação.

2. Omitir lucros para se enquadrar no MEI
A frase acima é bastante autoexplicativa, o regimento determina que um MEI pode faturar anualmente R$ 81 mil, se o titular for pego pela Receita Federal tentando esconder seu excedente, este sofrerá sanções relacionadas a sonegação e os retroativos serão tributados, caso a previsão de faturamento for maior do limite do MEI, estude outras modalidades de abertura de empresa e tributação.
Não se engane, utilizar-se do MEI para sonegação tendo em vista seu sistema bastante simplificado é um grande erro, o fisco possui diversas técnicas para fiscalizar suas operações financeiras.

3. Mentir o tipo de serviço prestado
A legislação para o MEI apresenta uma lista de mais de 500 atividades explanadas no anexo XIII da Resolução CGSN nº 94/2011, insistir em uma descrição que não condiz com sua realidade pode gerar implicações como o fechamento da sua empresa. E não é esse o objetivo, certo?

4. Abrir um MEI somente para financiar veículos
Sim, essa é uma das principais vantagens da MEI, com o CNPJ abertura de créditos, limites, cartão de crédito e financiamentos são mais flexíveis em algumas situações, contudo vale salientar que o MEI apesar de ser uma modalidade jurídica com diversas facilidades burocráticas, o MEI é uma empresa como qualquer outra, que requer todos os cuidados que tomam uma empresa comum.

5. Titular ou sócio de outra empresa atualmente, a legislação é bem incisiva quanto a esse ponto, o empresário, ao tentar abrir uma MEI, não conseguirá se for sócio ou titular de outra empresa, seja qual for a modalidade.

6. Bagunça Financeira
Muitas vezes, por ser uma empresa de pequeno porte, os empresários dispensam o auxílio de um profissional contábil. Dentro das diversas responsabilidades de gerir uma empresa, é bastante fácil se perder no montante de documentos, desorganização das contas pessoais com as contas da empresa e principalmente não separar o que é receita da empresa e o que é lucro.
Desta feita, mesmo antes de regularizar seu empreendimento, tenha noção que a prestação de contas é necessária e você deve atentar-se a cada nota fiscal emitida.

7. Interesse em possuir diversos funcionários
O MEI é bastante claro quanto a esse quesito, somente é permitido a contratação de um funcionário. Caso você pretenda ter várias pessoas trabalhando com você, é interessante procurar outra modalidade. Lembre-se que a contratação irregular de funcionários te deixa sujeito a sérios processos trabalhistas.
Aqui listamos para vocês 7 erros que você absolutamente não deve cometer ao abrir seu negócio nos moldes do MEI. Em caso de dúvida, consulte sempre um contador, ele com certeza é o profissional mais indicado para dirimir todas as suas dúvidas.
Quero ser MEI – SEBRAE

http://www.portaldoempreendedor.gov.br/

 

Burger King indenizará funcionário

 

A rede de fast food Burger King indenizará, a título de danos morais, um funcionário por fornecer, diariamente, alimentação prejudicial à saúde. A decisão é da 4ª turma do TRT da 2ª região, que fixou a reparação em R$ 10 mil.

O empregado ajuizou a ação alegando que, nos horários de refeição, eram oferecidos lanches vendidos pela própria empresa em vez de vale-refeição. Ele requereu o pagamento do vale-alimentação, além de pleitear a condenação da multinacional ao pagamento de multa normativa pela violação de cláusulas da convenção coletiva.

Ao analisar o caso, a relatora, desembargadora Federal Maria Isabel Cueva Moraes, pontuou que a alimentação oferecida pela rede aos seus funcionários diariamente está “em franco descompasso com o preceito normativo do Poder Executivo Federal, não se adequando, por consequência, à previsão convencional haja vista que é totalmente desequilibrada nutricionalmente, com alto teor calórico e prejudicial à saúde (fato público e notório)“.

Ademais, a relatora destacou depoimento em que foi dito que a multinacional oferecia as refeições vendidas por ela com a opção de saladas e que o funcionário poderia levar almoço de casa, entretanto, não teria a possibilidade de esquentar na loja.

Ela ainda ressaltou que, conforme os autos, a alimentação fornecida também está em descompasso com a Portaria Interministerial 66/06, editada pelos Ministérios do Trabalho e Emprego, da Fazenda, da Saúde, da Previdência social e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e que define os parâmetros nutricionais do Programa de Alimentação do Trabalhador – PAT.

Pela norma, se entende como alimentação saudável o direito humano a um padrão alimentar adequado às necessidades biológicas e sociais dos indivíduos, respeitando os princípios da variedade, da moderação e do equilíbrio. Além disso, também registra que deve ser oferecido, pelo menos, uma porção de frutas e uma de legumes ou verduras nas refeições principais (almoço, jantar e ceia) e pelo menos uma de frutas nas refeições menores (desjejum e lanche).

Desta forma, condenou a rede ao pagamento do vale-refeição, de forma indenizada, e de multa normativa, por entender que houve descumprimento da norma coletiva e das disposições ajustadas nas convenções coletivas, no que diz respeito a manutenção dos uniformes, vale-alimentação e vale-transporte.

Processo: 1000909-09.2016.5.02.0026

Confira a íntegra da decisão.

Lei autoriza diferenciação de preço em dinheiro e cartão

A partir desta terça-feira (27), comerciantes estão autorizados a oferecer preços diferenciados para pagamentos em dinheiro ou cartão de crédito ou débito. O texto foi sancionado sem vetos nesta segunda-feira (26) em cerimônia no Palácio do Planalto pelo presidente da República, Michel Temer, e vai entrar em vigor amanhã, com a publicação da Lei 13.455/2017 no Diário Oficial da União.
A nova lei tem origem no Projeto de Lei de Conversão 6/2017, decorrente da Medida Provisória (MP) 764/2016 e aprovado no Senado no último dia 31.
O texto também obriga o fornecedor a informar, em local visível ao consumidor, os descontos oferecidos em função do meio e do prazo de pagamento. Se ele não cumprir a determinação, ficará sujeito a multas previstas no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/1990).
Apesar de proibida em lei, a prática já era adotada por muitos comerciantes, que ofereciam descontos para quem pagasse com dinheiro. Com a diferenciação na cobrança, eles buscavam evitar as taxas cobradas pelos cartões e a demora para receber o dinheiro.
A proposta não obriga a diferenciação de preços, somente oferece essa possibilidade ao comércio. No entendimento do relator da medida provisória, deputado Marco Tebaldi (PSDB-SC), o estímulo ao pagamento à vista e em dinheiro pode criar uma situação de concorrência que leve as administradoras de cartão a baixar as taxas cobradas dos estabelecimentos comerciais.
Segundo o Executivo, a diferenciação de preços beneficia empresas e consumidores e estimula queda no valor médio dos produtos. A medida também evitaria a prática do chamado subsídio cruzado — quando os consumidores que não utilizam cartão pagam o mesmo preço que os consumidores que utilizam esse sistema de pagamento, sobre o qual incidem taxas.
Crédito: Agência Senado

Hora do almoço: a prova de fogo dos restaurantes

Hora do almoço

Estabelecimentos como o Nagarê Sushi contam com a Cielo para atender a demanda concentrada e fidelizar clientes.
A hora do almoço é uma verdadeira operação de guerra nos restaurantes de São Paulo. Diariamente, quase dois milhões de pessoas fazem a segunda refeição na rua, segundo dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). É como se toda a população de Manaus saísse para comer ao mesmo tempo.

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Reinvente seu negócio em 5 passos simples

Mude o seu negocio

Há um novo consumidor na área. Especialistas do mercado apontam que o comprador do século 21 é mais maduro, racional e consciente de seu papel como cidadão. Esse tipo de comportamento faz com que os varejistas estejam sempre desenvolvendo novas ideias para não perder espaço.

A lojista Mariana Camargo, de 31 anos, proprietária da Clamarroca Plus, tem se destacado ao trazer roupas com modelagens descoladas para o mercado plus size. Mais que isso: seu estabelecimento promove impacto social. “Eu sou gorda, eu me aceito, mas sempre tive dificuldade de encontrar roupas para mim. Então, decidi olhar para esse ramo e percebi que tem muita gente como eu”, afirma a comerciante. “Essa galera precisa se sentir representada.”

Além de investir em um setor pouco explorado, Mariana também inova na hora de fazer negócio. Confira cinco dicas da empresária para ser um lojista antenado:

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